Pegamos dois trens para chegar em Kyoto. Não tivemos nem dez minutos para trocar de trem, mas conseguimos. Ainda no primeiro trem recebemos as instruções de como chegar na plataforma de onde sairia o trem seguinte. Como viajamos apenas cada um com uma mala do tamanho permitido para embarque, levamos uma bolsa dobrada, neste ponto da viagem já começamos a utilizá-la, mesmo assim se locomover é fácil e isso acabou nos ajudando a chegar em tempo.
Uma vez em Kyoto tínhamos que coletar o passe que compramos e com o qual faremos as seguintes viagens. Entramos na fila da máquina e fizemos isso, para reservar as passagens tivemos de entrar em outra fila. Só pudemos fazer duas reservas, entramos na fila novamente para tirar algumas dúvidas.
De lá, fomos para o hotel deixar as malas e subir para o mercado de comida Nishiki. Novamente provamos alguns quitutes, frango, camarão tempura, polvo grelhado, pata de caranguejo. A Pri comprou um mochi para viagem.
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| Teramachi, uma rua de compras colada no mercado de comida Nishiki |
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| Mercado de comida Nishiki |
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| Comida aguardando para ser preparada |
Dali pegamos um ônibus, completamente lotado, para Kinkaku-ji. Esse é o famoso templo dourado, o prédio foi transformado num templo após a morte do proprietário dessa casa.
O cenário é realmente lindo, com um lago em torno da pagoda, permitindo que um belo reflexo se forme para aqueles buscando uma foto perfeita. Como o templo é muito visitado, há um percurso organizado em circuito fechado.
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| O cenário de Kinkaku-ji |
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| Detalhes do templo Kinkaku-ji |
Kinkaku fica perto de dois outros templos e tínhamos de optar por somente um por conta do horário. Optamos pelo Ryoan-ji, que conta com um jardim zen. Esperamos um pouco o ônibus e já notamos que o transporte em Kyoto não é tão pontual quanto o de Tóquio, o que faz sentido quando se opera mais ônibus. Para não gastar mais tempo esperando, decidimos pegar um táxi. Agora aprendemos outra coisa!
O jardim é na verdade uma área com 15 pedras no terreno que é coberto por brita bem pequena. Ao redor das pedras, as britas eram varridas contornando suas formas, no restante da área do jardim, o padrão com o qual as pedras haviam sido varridas era paralelo aos muros. Além deste jardim o templo ainda contava com uma fonte de água em que a parte receptora da água era um anel com quatro dizeres em japonês, aparentemente esse um dos símbolos do templo
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| O famoso jardim zen |
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| A pedra receptora de água |
Também havia um belo lago no templo, demos uma volta completa observando a natureza cuidadosamente tratada para manter um aspecto de originalidade, embora saibamos, é obra de cuidado humano.
Agora, depois de visitar dois templos, resolvemos voltar para a região perto do hotel, especificamente para uma rua chamada Pontocho. Essa é uma viela paralela ao rio Kamo, com muitos, mas muitos restaurantes. Andamos de um lado ao outro, mas nada chamou nossa atenção.
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| Pontocho |
Resolvemos procurar um ramen no Google maps, achamos um, fomos atrás. Quando chegamos era um restaurante estilo boteco. Resolvemos arriscar, e que risco bem recompensado. O restaurante tinha um aspecto muito ruim, parecia sujo. Os cozinheiros/garçons usavam botas e uma toalha na cabeça
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| Detalhe do restaurante de ramen |
Um ralo passava pelo chão de ponta a ponta e a água da torneira escorria incessantemente. Havia apenas uma opção de ramen, pelo que entendemos do cardápio escrito única e completamente em japonês. Pedimos também gyoza, e eu, uma cerveja.
Que ramen gostoso! Em geral, se um estabelecimento com esse aspecto ainda está aberto, quer dizer que ele tem qualidade. Essas surpresas que eu adoro em viagens!
Quanto saímos do restaurante chovia muito, dessa vez eu estava com um guarda-chuva e não tive muito problema.










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