domingo, 18 de outubro de 2026

O segundo dia em Gyeongju

O plano para hoje era ir para o templo Bulguksa, que ficava um pouco afastado e devia ser alcançado de ônibus. Novamente, o ônibus estava cheio e demorava cerca de uma hora para chegar.

O templo é bonito, mas diferentemente do Japão em que há dois tipos de templos, aqui os templos sempre são budistas. Isso os torna uma música de uma nota só, o que acaba variando é a localização e algum detalhe. 

O principal complexo do templo

Em detalhe a entrada que estava fechada

O que parecia ser o pátio principal do complexo

De todos os modos, visitamos o templo e foi lá que provei um suco de leite com ginseng. Vou falar que eu gostei muito, o ginseng deixa um gosto ardente na garganta. 

Detalhe da porta

O pátio principal visto de ângulo com vantagem

Voltamos para a cidade e buscamos um restaurante que servisse Ssam-bap. O nome do restaurante era Jeong-rok Ssam-bap, em alusão ao seu prato principal. Basicamente, esse prato é basicamente folhas que são usadas para embrulhar diversos recheios, por isso, novamente, recebemos muitos pratinhos com comidas distintas. Dessa vez havia muita coisa e comemos bastante.

Ssam-bap, a variedade de recheios era enorme

Depois de terminar, como estávamos perto das tumbas, demos outra volta por lá, andamos novamente pelos campos floridos e chegamos à vila Hanok, caminhamos e passeamos até escolhermos um café para sentar e tomar algo.

Campo de lavanda, além de bonito, tinha um aroma gostoso

No quintal da casa em que ficava o café

Dentro do café, ou dentro de uma casa em estilo Hanok

Uma coisa que notamos aqui é que, como no Japão, a imagem é importante e muitos negócios anunciam o que vendem de maneira visual. Mas aqui, em geral, é uma televisão que exibe os produtos. Vi pratos sendo preparados, gente dirigindo kart, artesãos trabalhando em suas criações. 

Como já estava de noite, demos uma volta pela ponte, que fica incrível com a iluminação noturna. Passeamos um pouco pela ponte, fomos para o centro da cidade e fizemos um jantar leve, gyoza.

A ponte Woljeonggyo

Detalhe da entrada da ponte Woljeonggyo

A ponte Woljeonggyo, foto tirada do meio do rio

Voltamos para o hotel e fomos comprar alguns utensílios domésticos, dentre eles compramos pinças com garras na ponta, grades para descansar carne pronta e tesouras para cortar alimentos.

Uma tumba com efeito de luz, à noite

Gyoza, ou mandu em coreano

Ontem havíamos notado que o horário de viagem para Jeonju era muito cedo, seis da manhã, e isso nos faria acordar muito cedo nos dando quase que dois dias inteiros nessa cidade. Depois de verificarmos onde ficava a estação de trem e o que havia para visitar em Jeonju concluímos que era cedo demais sem motivo.

Decidimos que poderíamos comprar outra passagem e pedir o reembolso da original. Foi isso o que fizemos, conseguimos realizar a operação e agora já estávamos tranquilos pela mudança. Com a tranquilidade de quem não precisaria acordar excessivamente cedo, fomos dormir.

2 comentários:

Anônimo disse...

Viagem maravilhosa. Campos de lavanda na Coréia ? Vivendo e aprendendo!

Anônimo disse...

Linda a ponte iluminada! E o meu prato favorito da sua viagem, definitivamente, é gyoza.